24 dez
 
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O Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS) registou um total de 394 incidentes de cibersegurança durante o segundo trimestre do ano, um crescimento de 124% em relação ao mesmo período de 2019.

O Centro Nacional de Cibersegurança partilhou o Boletim Observatório de Cibersegurança, o terceiro deste ano, e um dos dados diz respeito ao crescimento do número de incidentes de cibersegurança durante o segundo trimestre de 2020.

34% é a tendência de crescimento no número de incidentes registados pelo CERT.PT no segundo trimestre em comparação aos primeiros três meses deste ano, passando de 295 para 294 incidentes registados.

Em comparação com o mesmo período do ano anterior, o crescimento foi de 124%. No segundo trimestre de 2019, foram registados um total de 176 incidentes de cibersegurança.
Durante o segundo trimestre, o CERT.PT registou um total de 160 incidentes de phishing, o tipo de incidente mais frequente. O segundo mais frequente foi malware (68 incidentes), seguido de acesso não autorizado (41).

O setor bancário foi dos mais afetados durante o período em questão. 37% dos incidentes de phishing registados afetaram este setor no segundo trimestre do ano.

Explica o CNCS que “ao longo do primeiro semestre de 2020, registou-se um aumento significativo no número de incidentes entre os meses de fevereiro e abril, ocorrendo depois uma diminuição constante entre os meses de abril e junho. O aumento coincide com o momento de confinamento devido à pandemia de COVID-19. Comparando com o período homólogo de 2019, o primeiro semestre de 2020 regista um aumento de 101% no número de incidentes”.

Fonte: IT Insight

O Japão apresentou hoje o supercomputador mais rápido do mundo, quase três vezes mais veloz que o concorrente norte-americano.
O novo supercomputador japonês, o mais rápido do planeta, foi desenvolvido pelo instituto público de pesquisas Riken com a maior empresa japonesa de tecnologias de informação e comunicação, o gigante informático Fujitsu.

É 2,8 vezes mais rápido do que o norte-americano Summit, desenvolvido pela IBM e instalado no Laboratório Nacional de Física Nuclear de Oak Ridge, nos Estados Unidos, que também está a trabalhar para procurar uma solução para o novo coronavírus.

Ao fim de quatro anos no primeiro lugar do top 500, o Summit é agora destronado pelo Fugaku, uma vitória que coloca o Japão na linha da frente ao fim de 11 anos.
O Fugako, instalado em Kobe, já está em ação no combate ao coronavírus, estando a fazer simulações de como as gotículas se espalham nos escritórios ou em comboios cheios de passageiros com as janelas abertas.

Quando estiver totalmente operacional no próximo ano, os especialistas esperam que a super máquina também possa ajudar no desenvolvimento de tratamentos eficazes para o vírus SARS-CoV2 que provoca a Covid-19.

Estes supercomputadores são ainda usados pelos governos para simular explosões nucleares, realizar testes com armas virtuais, modelar sistemas climáticos ou pesquisas em biotecnologia.

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