A Microsoft confirmou o seu novo sistema operativo, o Windows 11, que começa a estar disponível ainda este ano em novos dispositivos
 
“Uma grande parte de definir o futuro é perceber o passado”, começa por dizer Panos Panay, Chief Product Officer da Microsoft, no evento de lançamento do novo Windows. Depois, Panay fala da casa onde cresceu e onde ainda vivem os seus pais. Apesar das obras de renovação que a casa sofreu, “continua a saber bem, continua a parecer o lar”.

Para Panay, o Windows – enquanto sistema operativo – deve ser como a nossa casa, um sítio onde as pessoas se sintam seguras e conectadas, até porque o PC teve um papel importante durante a pandemia e na maneira como as empresas continuaram a trabalhar.

E, depois, a confirmação. A Microsoft apresentou o seu novo sistema operativo, o sucessor do Windows 10, lançado há quase seis anos no final de julho de 2015. O Windows 11 procura levar os utilizadores “para perto das coisas que gostam”.

Depois de um vídeo de apresentação com algumas das novas funcionalidades, Panos Panay refere que, no novo Windows, tudo será mais rápido. As atualizações, por exemplo, será 40% mais pequenas e vão ocorrer em background. Segundo o Chief Product Officer da Microsoft, este será “o Windows mais seguro” até agora.

O botão de Iniciar (ou Start, para quem utiliza o sistema operativo em inglês) vai encontrar-se ao centro e a barra de pesquisa vai permitir procurar ficheiros e informações no PC, no OneDrive – o sistema de cloud da Microsoft – e na Internet.
Pensado para mobilidade, o novo sistema operativo da Microsoft estará pensado para quem utiliza o seu portátil em conjunto com um monitor externo. Ao desconectar o monitor, o Windows vai reorganizar as várias janelas ao portátil e, ao ligar novamente o monitor, volta a colocar as janelas na posição anterior. Os utilizadores também poderão ter vários ambientes de trabalho com vários fundos, se assim o desejarem. A nova funcionalidade Window Widgets dá ao utilizador um feed personalizado criado por inteligência artificial.

Em formato tablet – também pensado para os cada vez mais populares dois-em-um – o Windows 11 terá ícones maiores para que seja mais fácil ao utilizador abrir, mudar e fechar programas. Ao virar o ecrã, e ao utilizá-lo na vertical, o ambiente de trabalho e as janelas adaptam-se. O objetivo, diz a Microsoft, é ter uma experiência consistente com diferenças subtis.

A Microsoft Store foi redesenhada e conta com um design mais simples. De acordo com Panay, esta é a “forma mais segura para instalar aplicações no Windows”. Ao mesmo tempo, a Microsoft quer conquistar mais developers e revela que as aplicações que tenham o seu próprio motor de vendas retêm a totalidade dessas vendas – e a Microsoft não fica com nenhuma parte delas.

E, depois, Android Apps. A Microsoft revelou, também, que vai integrar as aplicações do Android no Windows e podem ser acedidas diretamente a partir do menu de iniciar para que os utilizadores “possam utilizar qualquer aplicação que gostem”.

Em termos de hardware, “os fabricantes estão prontos”, revela Panay. Os fabricantes de processadores trabalharam de perto com a Microsoft para que os utilizadores possam tirar o máximo partido do Windows 11 quando o sistema operativo for lançado. Os vários fabricantes de PC vão ter já os seus dispositivos “Windows 11-ready” para que quem comprar um computador nos próximos tempos, antes do sistema operativo ser lançado, possa utilizar o sucessor do Windows 10 assim que estiver disponível ainda este ano. Para quem não comprar um dispositivo este ano, o Windows 11 estará disponível no início de 2022.

Um ponto importante para as empresas é o suporte ao atual sistema operativo. A Microsoft voltou a confirmar que o Windows 10 terá suporte até outubro de 2025. Ainda não é claro se terá uma opção de suporte pago após essa data, tal como acontece com o Windows 7.

Simultaneamente, o Windows 11 será uma atualização gratuita do Windows 10 e quem optar pela atualização terá a mesma atualização do Windows 10 no 11, ou seja, quem tem o Windows 10 Pro terá o Windows 11 Pro.

Fonte: IT Insight

A partir do próximo dia 1 de julho de 2021 todas as compras online realizadas fora da União Europeia estão sujeitas ao pagamento do Imposto Sobre o Valor Acrescentado. Até agora, todas as compras extracomunitárias em que o seu valor não excedesse os 22 euros, estavam isentas, sendo que a partir do próximo dia 1 de julho acaba essa isenção.

As alterações resultam de uma diretiva comunitária, que alterou o regime do IVA nas Transações Intracomunitárias e a legislação complementar relativas à aplicação do imposto sobre o IVA no comércio eletrónico, e entram em vigor em simultâneo no conjunto dos países da EU a 1 de julho de 2021.

Assim, todos os pacotes postais/encomendas de origem extracomunitária que contenham bens e que cheguem ao espaço da União Europeia a partir de 1 de julho de 2021, independentemente da data em que foram adquiridos e do valor do bem, estarão sujeitos a pagamento de IVA e/ou direitos aduaneiros.

Fonte: Comissão Europeia

Depois de aprovada na Assembleia da República, foi publicada em Diário da República a “Carta Portuguesa de Direitos Humanos na Era Digital” que procura enunciar um “elenco de direitos, liberdades e garantias diversificado e abrangente”.

Foi publicada em Diário da República nesta segunda-feira, dia 17 de maio, a “Carta Portuguesa de Direitos Humanos na Era Digital”. Esta proposta tinha sido aprovada em Assembleia da República no dia 8 de abril.
Face à crescente utilização de tecnologia no dia-a-dia dos cidadãos e das organizações, Portugal passa a ter uma Carta de Direitos Humanos que procura enunciar direitos, liberdades e garantias na sua utilização.

Esta carta garante, por exemplo, o direito de acesso ao ambiente digital, à liberdade de expressão e criação em ambiente digital, ao direito à proteção contra a desinformação, ao direito à privacidade em ambiente digital e o direito à cibersegurança, entre outros.

Poderá consultar o documento com o conteúdo publicado aqui.

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