A Gartner reconhece a evolução da Fujitsu, que passou para o quadrante dos Líderes devido à sua “plenitude da visão e capacidade de execução”.
O Gartner Quadrant for Managed Mobility Services reconheceu o serviço empresarial, baseado na cloud e modular, da Fujitsu, como Líder no mercado de serviços de mobilidade. Antes, a Fujitsu encontrava-se no quadrante dos Visionários.

O serviço em causa é usado para “gerir e proporcionar segurança a dispositivos móveis e apoiar os utilizadores em mobilidade” e “está desenhado para ajudar as empresas a desbloquear o seu potencial de produtividade, implementar as suas estratégias móveis, mobilizar totalmente até as aplicações de negócios sensíveis e abraçar as políticas bring your own device (BYOD)”.

Gestão de identidades, início de sessão único, partilha e sincronização de documentos, serviços na cloud, SaaS, on-premise, de entrega e helpdesk são as ofertas da Fujitsu.

“O portfólio de Managed Mobile Services da Fujitsu está em constante melhoria através das inovações tecnológicas criadas continuamente nos Centros de Excelência da empresa para tecnologias, onde se incluem a Inteligência Artificial e Automatização de Processos Robóticos. Os clientes da Fujitsu tiram partido dos Digital Centers da empresa, que reúnem especialistas do setor e competências tecnológicas da Fujitsu e dos seus parceiros para responder a desafios específicos, utilizando a metodologia Human Design (HXD), uma solução única e com provas dadas da Fujitsu”, refere a empresa em comunicado. Estes serviços estão associados a mais de 1 milhão de dispositivos inteligentes e no último ano o número de dispositivos sob gestão da Fujitsu cresceu 21%.

Martin Smithen, Responsável de Digital Workplace Services EMEIA na Fujitsu, considera que a distinção da Gartner “resulta do esforço em irmos consistentemente ao encontro dos requisitos de mudança dos nossos clientes, e muitas vezes excedendo-os", acreditando que os investimentos em Centros de Excelência para tecnologias de IA e RPA estão "a compensar".

Fonte: IT Insight

Quase oito milhões já utilizaram internet. Perto de metade já usou serviços públicos digitais, banca online ou fez compras online.

O MUDA – Movimento pela Utilização Digital Ativa –, que reúne várias empresas dos mais relevantes setores da economia, assim como universidades e o Governo Português, celebrou o seu segundo aniversário e destaca a evolução “muito positiva” do número de utilizadores de internet e do seu nível de sofisticação.

Segundo o MUDA, já são “quase oito milhões de portugueses a utilizar internet dos quais quatro milhões já usa serviços públicos digitais, banca online e faz compras na internet”. Estes dados fazem parte do estudo “Digital Economy and Society Index” da Comissão Europeia referente a 2018.

De acordo com um estudo da GfK de maio de 2019, mais de 16% da população portuguesa foi diretamente impactada pelo MUDA. Este movimento tem sido responsável pela “realização de várias iniciativas destinadas a comunicar aos cidadãos as vantagens de como utilizar a internet e para incentivar a sua utilização”.

Para além de participações nos vários canais portugueses de televisão, o MUDA apostou no desenvolvimento de um roadshow nacional onde milhares de portugueses tiveram a oportunidade de assistir às aulas sobre as vantagens de como usar a internet, receber um suporte personalizado e foi possível fazer a ativação da Chave Móvel Digital. Este roadshow visitou 30 cidades de norte a sul do país.

Uma outra iniciativa do MUDA foi a implementação da rede nacional de jovens voluntários que foram desafiados a ajudar o seu círculo familiar a ser mais ativo digitalmente. Com mais de mil voluntários a nível nacional, foi lançado o projeto “MUDA na Escola”, uma iniciativa que disponibiliza aulas a seniores sobre como utilizar internet no seu dia-a-dia.

Esta formação é disponibilizada por jovens voluntários em 18 escolas secundárias (que ainda está numa fase piloto), esperando-se que muitas mais escolas venham a disponibilizar esta formação no futuro. Em breve será lançado o “MUDA na Aldeia”, um projeto semelhante ao “MUDA na escola”, mas que terá lugar em pequenas aldeias onde não existem escolas secundárias.

O MUDA deu, ainda, um contributo relevante através do desenvolvimento do plano de ação “Digital By Default”, assente num conjunto de recomendações para alteração da legislação que permita retirar os obstáculos normativos que impedem um maior nível de desmaterialização na relação entre empresas e consumidores, bem como na relação entre as empresas e o Estado.

O Diretor Executivo do MUDA, Alexandre Nilo Fonseca, explicou que “mais de 1,6 milhões de portugueses foram impactados pelo MUDA nestes últimos dois anos, nomeadamente os portugueses com mais de 55 anos através de iniciativas com o roadshow nacional MUDA e o programa de formação de seniores MUDA na Escola, mas também os mais jovens dos 15 aos 25 anos através do nosso programa de voluntariado MUDA”.

Fonte: IT Insight

A proposta da União Europeia foi tornada pública no início de mês e está agora a ser negociada dentro da World Trade Organization.

Do conjunto de sugestões fazem parte medidas como a eliminação de barreiras que impedem as vendas além-fronteiras atualmente, a eliminação permanente dos direitos alfandegários sobre as transmissões eletrónicas, a validação da garantia dos contratos e assinaturas eletrónicas e a proibição dos requisitos que obrigam à divulgação do código fonte.

Bruxelas defende também a eliminação dos requisitos que obrigam à localização dos dados, mas garantindo a proteção dos dados pessoais, a adoção de medidas eficazes para combater o spam e a adesão ao princípio de acesso aberto à internet.

As medidas propostas pretendem aumentar a confiança de consumidores e empresas no comércio eletrónico, numa altura em que, apesar do rápido crescimento da digitalização da economia, não existem regras multilaterais para regular os negócios online, mas apenas regras introduzidas por alguns países, de forma bilateral ou regional.

“A União Europeia considera que responder com medidas globais pode resolver de forma efetiva as oportunidades e desafios colocados pelo comércio digital a nível mundial”, refere em comunicado oficial.

O objetivo das negociações que decorrem em Genebra até esta quarta-feira é chegar a um acordo que possa ser adotado pelos 76 países da WTO que participam no encontro, para que depois possa ser aplicado a todos os 164 membros da organização.

Fonte: ACEPI

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